domingo, 17 de julho de 2011

Quem é você?




Uma das melhores coisas do mundo é ficar sozinha. Ei! Eu disse ficar, e não sentir. Você ouvindo as músicas que você gosta. Você com uma roupa linda ou de pijama mesmo. Você maquiada ou de rosto limpo. Você de salto alto ou só de meia andando pela casa.
Eu gosto de ficar sozinha. Gosto de estar com meus sentimentos, pensamentos, medos, minhas loucuras. Quando estou sozinha converso com Deus. E quase nunca consigo sair dessas nossas conversas, tão intimas, tão nossas, sem algumas lágrimas borrando meu rímel. Não sou católica, evangélica, espirita, nem pratico nenhum tipo de religião. Eu acredito em Deus, Jesus e só.
Às vezes eu cuido tanto de tanta gente que esqueço de mim, sinto dores que nem são minhas, me preocupo muito com problemas que não me dizem respeito algum. Mas foi Ele que me fez assim, então quando preciso de compreensão, de colo, desabafar, chorar, é tudo com Ele. Tenho certeza que uma hora ou outra, você ja se viu sozinha, sem ter para onde correr, e pensou : "É Deus, agora somos só eu e você."
Tem gente que acha que me conhece. Mas são poucas as pessoas que me conhecem de verdade, que me conhecem só por um olhar, pelo meu jeito, pela minha voz. Eu finjo muito bem, acho que os meus problemas não têm que atingir as pessoas que eu amo. Prefiro não incomodar, não atrapalhar a vida de nignuém.
Eu Andressa, sou diferente da maioria. Tudo bem nunca fui de seguir padrões mesmo. Mas as pessoas hoje me parecem tão necessitadas de carinho, de afeto, atenção, amor, cuidados. Não conseguem ficar sozinhas consigo mesmas.
Eu tentei achar uma definição simples para o desespero. Não consegui. Desespero não se define, é que nem dor. Dor se sente. Dor dói.
Você sabe que não pode se deixar abater, seja forte, seja sua melhor amiga, seu melhor amor. Tenha a quem dar a mão quando preciso, tenha um colo. Mas se baste antes de qualquer coisa. E se hoje você se olha e vê que está no fim de tudo. Se sente esquisita, acabada, entregue. Lembre-se que as coisas não são assim. Saiba que se você ainda não é feliz é porque ainda não é o fim, os finais sempre são felizes. Você tem que saber que no fim você supera tudo. Nunca vi esperança morrer. Na verdade ela não morre.
Dê um basta. Chega. Não queira mais. Diga que cansou. Sofrer cansa. A dor desgasta. Você faz o que pode. Você fez o que pôde. Deu seu máximo. O jeito? Seguir. Sempre. Pular poças. Achar forças. Reencontrar aquela mulher que você sempre foi, mas talvez tivesse esquecido que era.  Você é e sempre foi merecedora do melhor. Não se entregue. Choro, tristeza, mágoa...acontece. Quem é vivo sente. Podemos e devemos sentir e chorar, mas nunca entregar os pontos. Aquela que estava entregando os pontos e vendo a vida passar não é você. E quem é você?

domingo, 10 de julho de 2011

Tudo o que eu precisei dizer hoje.






É dificil, bem complicado mesmo. Eu sei. Acho que a gente precisa acreditar em algo, sonhar com alguma coisa, e principalmente amar. Amar. Olha que palavra bem linda, que som maravilhoso, quanto poder isso tem! É invisível, mas nos causa tantas mudanças que é impossível não se notar.  Acho que a gente deve amar, amar muito, amar de verdade, amar intensamente, amar hoje, agora e sempre. Não existe nada melhor do que ser, se sentir, ouvir e saber que se é amado.
Ninguém te obriga a amar, é simples, você ama porque ama e pronto. Já acreditei em bicho-papão, em monstro, em homem do saco. Já acreditei em sapo, em príncipe encantado, em alma gêmea, em amor eterno. Hoje eu acredito apenas na verdade. Sei que cada um tem um jeito de ser e de amar e não podemos lutar contra isso. Não dá pra passar a vida toda idealizando, querendo mudar o outro, sonhando, com o pé na nuvem e o coração na mão.
O ser humano precisa de amor, respira o amor, vive para amar. É inevitável, um dia você ama, ama perdidamente, cegamente, loucamente, incalculávelmente. E no outro você acorda, vê que as coisas não são bem assim como pensava. Aceite. Amor só é amor quando é correspondido. Ninguém escolhe quem vai amar, e por isso a gente se decepciona algumas vezes. Leva um bom tempo até sua razão convencer o seu coração de que você, daquela vez, estava amando sozinho. E quando isso acontece a gente cria uma espécie de armadura daquelas de filme de guerra em volta do coração, não aceita, não permite, não quer mais se sentir assim de novo e isso é narural. E eu prefiro acreditar que amores eternos existem, são raros, mas existem.
Tem gente que insiste e quer ver aquele amor que nem existe durar pra sempre. A gente tem que enxergar as coisas como elas são: algumas duram, outras não. E se a gente quer que dure deve cuidar para que isso aconteça. As relações andam vazias demais, quase superficiais. As relações andam com grades, as pessoas viraram prisioneiras. O amor tem que ser livre. Para amar você precisa respirar. Junto, é claro. Mas primeiro separado. Você vem antes, o outro depois. E isso não é egoísmo, é necessidade.
Eu não canso de me perguntar: Até onde a gente vai por alguém? Até onde a gente vai por amor? Que coisas você abre mão para ficar com o outro? É realmente necessário abrir mão de algo? 
O amor é o sentimento mais forte que existe. E é mais forte inclusive que qualquer tipo de doença. Se amo alguém eu consigo superar. Se amo alguém nem vou me perguntar se consigo superar. Se amo alguém vou cuidar dessa pessoa com todo amor que tenho. Sei que falar é simples, viver uma situação assim é outra história. Mas eu jamais abandonaria a pessoa que amo por ela estar passando por uma situação difícil, muito pelo contrário aí sim que eu acho que devemos nos unir, enfrentar e superar isso juntos. É impossível abandonar quem mudou a nossa vida para sempre. Impossível.


"Você conhece milhares de pessoas, e nenhuma delas toca fundo você. Aí você conhece uma pessoa especial, e sua vida muda para sempre." (Amor & outras dogas)



terça-feira, 5 de julho de 2011

certezas que somem.




Quer saber bem a verdade? Têm coisas que machucam a gente, machucam de mais, mais que demais. Machucam de um jeito intenso, violento, absurdo, tão forte que cicatrizes se tornam parte do conjunto. E quer saber? É bom que fiquem cicatrizes, porque  toda vez que a gente for errar de novo elas vão estar ali, para te dizer: "olha, lembra bem como foi a última vez!"
Uma das coisas mais importante para mim é conhecer as pessoas. Mas conhecer a fundo mesmo, os medos, alegrias, defeitos, tristezas, qualidades, mora com quem, gosta de que/de quem... Confesso que sempre fui de antecipar as necessidades. Seja um beijo, um abraço, um carinho, uma atitude, uma palavra, ou quem sabe um grito até, porque não?
Você vai concordar comigo que o tempo passa e a mudança é inevitável, as pessoas mudam, os sentimentos mudam, os medos mudam, as alegrias mudam, as nossas prioridades mudam. E aos poucos a coisas vão se ajeitando, e o egoísmo impera. Já cansei de dizer que não sou a perfeição em pessoa, também sou egoísta e admito. Mas procuro, exageradamente, olhar para quem está do meu lado. Procuro entender o que a pessoa sente, porque sente, como sente, e mesmo que eu não entenda vou fazer o máximo para que não a magoe, juro. Profunda? Sim, muito. E é essa profundidade toda que me desgasta, me sufoca, me frusta seguidamente. Ja tentei ser menos, sentir menos, me preocupar menos, mas não adianta nada funciona. Para mim sentimento verdadeiro tem que ser, obrigatóriamente profundo senão, não sobrevive.
Seria um erro, ou quem sabe uma fraquesa minha esperar? Mais compreensão, mais paciência, mais doação, mais verdade, mais ciudado com o que você diz. Às vezes fico pensando será que é realmente bom termos sentimentos? Porque sempre somos jungados pelo que sentimos, e inúmeras vezes sofremos pelo que sentimos.  Por ser, por amar. Eu nem sei se sei amar direito. Se eu fosse uma Dedê sem sentimentos, nem seria eu, seria bem menos da metade de mim. Mas seria bem mais simples dessa forma. Algumas pessoas acham que essa seria a grande fórmula da felicidade. Não ter sentimentos, apenas nos divertirmos com a vida, sem compromissos, preocupações, responsabilidades, sem prestar contas com a consciência, sem nada de nada. Apenas sorrisos, diversão e alegria. O que é bom permanece comigo, e o que é ruim eu simplesmente descarto. Fim.
Quer me magoar? Finja que não se importa, que não fiz ou faço diferença nenhuma, diga que não lembra, adie, esqueça, suma por uns tempos. Eu descobri: Não há nada que me satisfaça mais do que palavras.  Eu procuro pensar bastante antes de falar, sei que posso magoar alguém mesmo sem ter intensão, por isso acho que a gente deve pensar bem antes de dizer as coisas. Prefiro conversas sérias, olhando olho no olho. Vamos falar sobre isso, vamos resolver, as coisas não se resolvem pegando só o lado bom.
Tem que gente que confunde as coisas. Entenda, que eu não sou uma boneca, a gente não vai brincar o tempo inteiro, você não pode me guardar numa estante e me pegar quando quiser. Eu também confundo. Nem todo mundo gosta das coisas claras como eu. Tem gente que só quer viver, sem porques. Eu penso, não seria mais fácil eu ficar quieta e nadar de acordo com as ondas? Pode até ser, mas eu  não consigo prender a respiração por muito tempo.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Aguns espaços vazios.



 

 
Fica, hoje tem um pouco de chuva, frio e um coraçãozinho apertado escrevendo aqui.
Semana passada dia 16 de junho, quinta-feira, foi meu aniversário. É, fiz os tão esperados 18 anos. O dia foi lindo, tinha um sol maravilhoso, não estava tão frio, nem tão quente, resumindo perfeito. O final de semana meio corrido  (com direito a festa, tele mensagem -mico- e torna na cara), mas principalmente foi um fim de semana cheio de lições.
Eu deveria entender que nem todo mundo entende e aceita meu jeito. E os dias, os meses, a vida passa e eu insisto em cometer os mesmos erros, me enganar com as mesmas coisas. Tudo bem, sou meio complicada mesmo, eu sei. Tenho esse jeito meio preocupada, aflita, nervosa e bem chata muitas vezes. Nem eu me entendo às vezes. Tenho que aprender a falar menos e cuidar só da minha vida. Cuidar mais de mim, ter um tempo pra mim. Sim estou me sentindo esgotada, em todos os sentidos cansada. Cansei de querer o bem dos outros e não receber nada em troca disso. É que tem gente que simplesmente não entende, e não se esforça nehnum pouquinho para tentar entender. E eu fico chateada, não dá nem vontade de explicar, penso que não vale a pena perder tempo e gastar meu latim com quem não quer e não merece meu carinho. Tenho uma mania de tomar conta das pessoas que são importantes pra mim como se elas fossem indefesas. É bobo, eu sei, mas me preocupo com coisas do tipo já comeu? tá doente? tá com frio? tá feliz? tá triste? 
Antes de pensar no outro a gente precisa pensar na gente (alguém pode me lembrar disso daqui a 10 minutos?). E sempre fui de colocar o outro na frente. Se você está com problema, sentou aqui e contou, pode ter certeza que vou ficar pensando numa forma de ajudar, até encontrar alguma.
Existem algumas coisa, as quais eu não abro mão. Certas coisas são raras pra gente. E o que tenho de mais raro são as pessoas que amo. Desses, não abro mão. Por eles eu faço e aconteço. Pra eles procuro dar o melhor de mim.
Antes eu achava que todo mundo era meu amigo do peito. Contava sobre as minhas coisas, meus sentimentos, a minha vida, os meus planos. Errei muito. E aprendi mais ainda. Conheço muita gente, tenho muitos conhecidos, algumas parcerias... É fundamental que a gente conheça e principalmente saiba diferenciar e separar as pessoas à nossa volta. Mas na hora do aperto eu sei bem para o colo de quem correr, (-né Merli?-). A gente se engana, se engana muito com as pessoas as vezes. E o tempo, feliz ou infelizmente, nos mostra quem realmente gosta da gente.
E vai por mim, não se espante se sobrar pouca, muito pouca gente do seu lado. Não é todo mundo que fica feliz com as nossas pequenas felicidades.
Não gosto de me sentir invadida. Quer um conselho? Não force intimidade comigo, não gosto. E é aí que tudo dá errado mesmo. Tem gente que adora escancarar a vida. Eu gosto de me escancarar pra quem eu amo. E só. 

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Coisas que eu sinto.



Pessoas que sentem muito automaticamente sofrem muito. Pessoas que são intensas e amam ao extremo se machucam com mais facilidade. Isso não faz com que sejam fracas, pelo contrário, são pessoas fortes, corajosas, destemidas.
Eu sou assim, amo demais. E amo amar demais. Sinto mesmo. Tenho sentimento, expresso meu sentimento, coloco pra fora as emoções. Deixar guardada uma emoção? Não mesmo! O que eu ganho com isso? Emoção foi feita pra ser sentida. E vivida. Vergonha? Não. Vergonha é ter o coração de pedra. Vergonha é ter medo de chorar. Vergonha é ficar preocupada com o que os outros vão achar. E falar. Vergonha é não sentir nada. É ser uma pedra gelada. E morta. Vergonha é não viver.
Literalmente eu não estou nem aí. Amo, amo, amo. Me apaixono todo o santo dia. Por um filme, uma música, um céu com uma cor diferente. Me apaixono por tudo. Por exemplo: Toda manhã me apaixono por mim. Pela vida. Pelos meus sonhos. A gente tem que sonhar. Temos que querer algo. E temos que amar esse "algo". Sem amor não resolve. AMOR pra mim, é assim mesmo em maiúsculo, é fundamental, indispensável. Eu ja te disse que me apego muito fácil às pessoas. Se existe alguma coisa que me deixa orgulhosa de mim, pode ter certeza, é essa minha capacidade de amar, amar intensamente as pessoas. Nem vou falar da minha famila, porque você vai pensar : "dã, todo mundo ama a sua própria famila.". Deveria ser assim, mas não se engane muito com isso. No mundo hoje, eu Andressa, não duvido de mais nada. 
Não me chame de louca, carente, puxa-saco, dengosa, mimada. Ou até chame se quiser. Eu cresci com muita gente ao meu redor, que sempre me amparou, fisicamente, pscicologicamente, sentimentalmente... Me acostumei a ter alguém sempre por perto pra me ouvir, pra me abraçar, pra me consolar. É claro que perdi muita gente que amava, ou pensei que amava, nesses quase 18 anos de vida. Mas Deus é tão bacana comigo que sempre me mostrou  e me presenteou com um novo colo, um novo carinho, um novo AMIGO.
Quando alguém é meu amigo eu faço o impossível para ver a pessoa bem. Se eu gosto tomo as dores, embarco nas loucuras, dou meu jeito de fazer com que tudo fique numa boa. Afinal, tem coisa mais gratificante, mais compensadora do que ver seu AMIGO, amigo de verdade, feliz? Para mim não, com certeza não.
Mas ja me enganei sim. Hoje, depois de muito 'apanhar' aprendi a diferenciar, separar, e enxergar quem são meus verdadeiros amigos. 
Ei, você por favor, nunca minta para mim. Quem mente perde completamente a minha confiança. Sempre procurei ser uma pessoa justa. E, confesso, meu lado bonzinho fica encostado no lado babaca. Em outras palavras: às vezes sou burra ao invés de boa. Se tem uma coisa que detesto é me sentir enrolada. Me preocupo a fundo com os outros, por isso não curto pequenas mentiras e desonestidade. Pena que tem gente que não acredita que eu seja assim, e não enxerga isso.

 

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Mais pessoas bailarinas.



Bailarinas sempre me facinam e me emocionam, pela delicadesa, pela beleza dos gestos, a suavidade, a gentileza. Acho que o mundo precisa urgentemente de mais desses conceitos. Todos temos nossos dias e momentos ruins. Nos meus eu procuro ser legal com quem não tem nada a ver com meus problemas. Ainda existem pessoas que chegam todos os dias ou sempre que te encontram, e perguntam por você, se preocupam e fazem questão de ser gentis. "Como você está?" "Tenha um bom dia." "Muito obrigada." essas coisas simples, que fazem toda a diferença, que hoje em dia não notamos mais porque estão se tornando meio extintas. Não estou aqui pra isso e nem quero dar sermão em ninguém. Só peço que você pare, olhe, e entenda o quando as boas atitudes, as gentilezas influenciam e transformam não só a sua vida, mas também a vida das pessoas com quem você convive. Acho todo mundo deveria ser um pouco mais 'bailarina(o)' dar mais valor ao que as pessoas têm por dentro. O corpinho bonitinho um dia envelhece, o dinheiro acaba. E o que fica são as marcas que você deixa por onde passa, a lembrança dos momentos (os bons e também ruins) que você proporcionou. O que fazemos na vida, ecoa na eternidade.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Sigo acreditanto e amando.



Muitas vezes fico olhando pro nada, perdida em questionamentos, em sentimentos confusos, flashes do passado e do fututo. E sinto saudade, muita saudade. Dos amigos que não vejo mais, dos momentos que passei, e principalmente das pessoas que amei (amei de verdade) e que hoje não tenho mais. Mas não adianta, eu não canso de me entregar, me doar, acreditar, de querer despertar sentimentos felizes nas pessoas. Acredito que tudo que fizemos volta para a gente de uma forma ou de outra, não sei se isso é bem verdade mas prefiro manter essa pontinha de esperança. Tenho me decepcionado com as pessoas. Sou sensivel, tudo me afeta, abalada, arremata, maltrata, violenta. Eu disfarço muito, tem muita gente que acha que me conhece de verdade, mas na realidade só entra no meu mundinho quem eu deixo. Muitas vezes nos dedicamos, entregamos, apaixonamos por quem não merece, não percebe, não dá valor a toda essa entrega e é aí que conhecemos o tal sofrimento. Dói, dói, dói mesmo quando a gente diz: "Eu te amo." e ouve um: "Te adoro!". Você sabe o quanto pode significar e o quanto é dificil dizer "Eu te amo"? Seja um "Eu te amo" de amizade, um "Eu te amo" de paixão, um "Eu te amo" de saudade... Quanta verdade, emoção, sentimento puro e verdadeiro carrega essa pequena frase. Amar não é nada fácil, nunca foi.  E pode não parecer, mas eu sei bem do que estou falando. Eu AMEI e AMO demais até hoje, já me enganei com certos amores e não me arrependo afinal, pelo menos pra mim sempre foi verdadeiro. Mas por outro lado, os que permaneceram comigo compensão e me fazem seguir acreditando e amando, amando e amando.


Dos meus sentimentos só eu sei, do nosso amor a gente que se entende.